Brasileiro. Descendente de Negros, Indígenas e Brancos.

Manezinho de Florianópolis — Ilha de Santa Catarina. Nascido em Dia de Yemanjá, 2 de fevereiro – às 5 horas da manhã de uma segunda-feira.

Quem nasce numa ilha aprende cedo outra perspectiva do mundo. Cresce diante da evidência da finitude — a terra termina logo ali. Ao mesmo tempo, está cercado pela utopia do horizonte.

Descrente de transcendências. Avesso às desumanidades. Acredita no ser humano como construção histórica e social: alguém que se forma e reinventa nas experiências coletivas — só nos humanizamos em sociedade.

Neste espaço, escreve contos e crônicas sobre memória, cidade, tempo e gente comum — histórias que nem sempre nos contam, mas insistem em existir.

Um outro mundo é possível.

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